Serviço multilíngue e de ajuda criado após o terremoto e tsunami é prestado por voluntários de várias nações, incluindo o Brasil
Com o objetivo de informar os estrangeiros que vivem no país sobre as ações relativas ao terremoto que atingiu a região nordeste, o governo japonês mantém o Centro de Voluntariado para Desastres, criado no dia 16 de março, que reúne pessoas e organizações sem fins lucrativos para a rápida recuperação das zonas atingidas. Orientações importantes em onze idiomas, incluindo português são divulgadas no site do centro diariamente.
Este trabalho de atendimento aos estrangeiros está sendo feito pelo centro de auxílio multilíngue criado pela Associação Nacional de Gerentes de Organizações Sem Fins Lucrativos para a Convivência de Diferentes Culturas (tradução literal), com a ajuda de centros de cultura internacionais de cidades e vilas de todo o arquipélago.
"Estamos atendendo estrangeiros residentes no Japão, incluindo os brasileiros, que vivem nas áreas atingidas e proximidades, em sua língua materna", declarou especialmente ao NippoBrasil Taro Tamura, consultor do Centro de Voluntários para Desastres do Gabinete do Governo. "Imaginamos que eles sintam insegurança por não obterem informações suficientes por falta de compreensão da língua. Nós estamos atendendo estes estrangeiros e também brasileiros que possuem familiares no Japão e que queiram saber o paradeiro deles e a situação do país atualmente. O contato conosco pode ser feito por telefone, e-mail ou site", informou Tamura
"Gostaríamos de ser útil a todos os leitores do jornal NippoBrasil", concluiu o consultor.
Serviço:
Linha direta em português:
tel: 81 (80) 3486-2768 diariamente, das 9h00 às 20h (horário do Japão)
E-mail: tabumane110311@yahoo.co.jp
site: http://eqinfojp.net/
Fonte: NippoBrasil
OBJETIVO Para pessoas que pretendem começar a vida no Japão. Adquirindo-se de informações corretas será possível levar uma vida tranquila. Este blog resume as informações básicas necessárias para começar a vida no Japao. Favor usar a lista de checagem sobre o que se deve ser feito dentro de um mês e dentro de três meses apos a entrada no Japão. Desejamos que sua vida no Japão seja segura e confortável.
terça-feira, 29 de março de 2011
quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011
Livreto da Polícia de Mie aborda leis japonesas
Este livreto traz as informações e regras básicas que o residente estrangeiro deve saber
O Japão é um país de governo constitucional. Dessa forma, há várias determinações e
proibições estabelecidas por lei.
Supõe-se que as regras do cotidiano sejam basicamente semelhantes em qualquer país, mas há muitas leis e regras que se diferenciam conforme os costumes e cultura de cada país.
Este livreto traz as informações e regras básicas que o residente estrangeiro deve saber, a fim de evitar problemas gerados pela diferença de leis e regras entre seu país de origem e o Japão.
Existem ainda muitas outras leis e regras no Japão além destas mencionadas neste livreto. Por isso, procure informar-se para poder desfrutar de uma vida tranqüila no Japão.
Veja o livreto aqui.
Fonte: IPC Digital
O Japão é um país de governo constitucional. Dessa forma, há várias determinações e
proibições estabelecidas por lei.
Supõe-se que as regras do cotidiano sejam basicamente semelhantes em qualquer país, mas há muitas leis e regras que se diferenciam conforme os costumes e cultura de cada país.
Este livreto traz as informações e regras básicas que o residente estrangeiro deve saber, a fim de evitar problemas gerados pela diferença de leis e regras entre seu país de origem e o Japão.
Existem ainda muitas outras leis e regras no Japão além destas mencionadas neste livreto. Por isso, procure informar-se para poder desfrutar de uma vida tranqüila no Japão.
Veja o livreto aqui.
Fonte: IPC Digital
quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011
Polícia de Aichi cria rede com mídia estrangeira
O objetivo é fornecer aos veículos de comunicação boletins para prevenção de delitos, informações sobre leis, regras de convivência, segurança pública e no trânsito
A polícia de Aichi anunciou na tarde de terça-feira (1º), o lançamento do projeto “Rede de Segurança com as Empresas de Mídia em Língua Estrangeira”. O objetivo é fornecer aos veículos de comunicação boletins para prevenção de delitos, informações sobre leis, regras de convivência, segurança pública e no trânsito elaborados pelo departamento internacional da instituição para serem repassados aos residentes estrangeiros. Representantes de cinco empresas jornalísticas participaram da solenidade de abertura do programa na sede da delegacia central de Nagoya, Aichi.
Através da parceria com a mídia comunitária a polícia pretende alcançar os residentes de língua portuguesa e espanhola numa iniciativa inédita no Japão. Na província residem 214 mil estrangeiros que representam 3% do total no país, atrás somente de Tóquio. Aichi possui a maior concentração de brasileiros com 67 mil pessoas. Os peruanos somam oito mil.
Youchi Fumiya, chefe da Delegacia Central da Polícia de Aichi, afirmou que os esforços de aproximação com os moradores estrangeiros vêm apresentando resultados positivos como, por exemplo, a participação coletiva nas patrulhas dos conjuntos residenciais.
"Ainda assim não conseguimos atingir a todos porque eles trabalham por muito tempo. Mas em 2010, quando iniciamos as atividades com a mídia, tivemos repercussão na comunidade estrangeira", analisou ressaltando a vontade de ampliar a comunicação entre os veículos e a entidade. Fumiya espera que após a implantação em Aichi o serviço seja difundido para instituições em outras províncias.
O vice-cônsul do Brasil em Nagoya Marco Kinzo Bernardy disse que o posto consular estará à disposição da segurança pública para apoiar a iniciativa e os brasileiros. "Um órgão policial que se preocupa em passar a informação ao invés de apenas prender é uma instituição à frente de seu tempo", aponta. Carlos Rios, primeiro secretário do Consulado Geral do Peru, espera com expectativa o início das atividades.
"Vai ser um sistema de diálogo franco entre a polícia e a comunidade embora as estatísticas mostrem que apenas 0,003% das ocorrências envolveram peruanos. Aichi pode ser um modelo para o Japão", opina.
Representando na solenidade oficial os veículos de comunicação estrangeira comunitária, Kiyoshi Ishihara, do grupo IPC World, disse que com esse trabalho de aproximação a imagem associada à criminalidade que parte da população tem a respeito dos estrangeiros pode ser mudada. "Isso pode ser melhorado levando as informações da polícia para onde o trabalho das associações não alcança. E nós da mídia devemos refletir sobre nosso papel social", avalia.
Fonte: IPC Digital
A polícia de Aichi anunciou na tarde de terça-feira (1º), o lançamento do projeto “Rede de Segurança com as Empresas de Mídia em Língua Estrangeira”. O objetivo é fornecer aos veículos de comunicação boletins para prevenção de delitos, informações sobre leis, regras de convivência, segurança pública e no trânsito elaborados pelo departamento internacional da instituição para serem repassados aos residentes estrangeiros. Representantes de cinco empresas jornalísticas participaram da solenidade de abertura do programa na sede da delegacia central de Nagoya, Aichi.
Através da parceria com a mídia comunitária a polícia pretende alcançar os residentes de língua portuguesa e espanhola numa iniciativa inédita no Japão. Na província residem 214 mil estrangeiros que representam 3% do total no país, atrás somente de Tóquio. Aichi possui a maior concentração de brasileiros com 67 mil pessoas. Os peruanos somam oito mil.
Youchi Fumiya, chefe da Delegacia Central da Polícia de Aichi, afirmou que os esforços de aproximação com os moradores estrangeiros vêm apresentando resultados positivos como, por exemplo, a participação coletiva nas patrulhas dos conjuntos residenciais.
"Ainda assim não conseguimos atingir a todos porque eles trabalham por muito tempo. Mas em 2010, quando iniciamos as atividades com a mídia, tivemos repercussão na comunidade estrangeira", analisou ressaltando a vontade de ampliar a comunicação entre os veículos e a entidade. Fumiya espera que após a implantação em Aichi o serviço seja difundido para instituições em outras províncias.
O vice-cônsul do Brasil em Nagoya Marco Kinzo Bernardy disse que o posto consular estará à disposição da segurança pública para apoiar a iniciativa e os brasileiros. "Um órgão policial que se preocupa em passar a informação ao invés de apenas prender é uma instituição à frente de seu tempo", aponta. Carlos Rios, primeiro secretário do Consulado Geral do Peru, espera com expectativa o início das atividades.
"Vai ser um sistema de diálogo franco entre a polícia e a comunidade embora as estatísticas mostrem que apenas 0,003% das ocorrências envolveram peruanos. Aichi pode ser um modelo para o Japão", opina.
Representando na solenidade oficial os veículos de comunicação estrangeira comunitária, Kiyoshi Ishihara, do grupo IPC World, disse que com esse trabalho de aproximação a imagem associada à criminalidade que parte da população tem a respeito dos estrangeiros pode ser mudada. "Isso pode ser melhorado levando as informações da polícia para onde o trabalho das associações não alcança. E nós da mídia devemos refletir sobre nosso papel social", avalia.
Fonte: IPC Digital
sexta-feira, 10 de dezembro de 2010
Saiba como chamar a ambulância
Número 119 serve para chamar a ambulância e também para casos de incêndio
O número discado para chamar uma ambulância (119) é o mesmo utilizado para avisar sobre um incêndio. Não esqueça de informar, logo no início da ligação, que se trata de uma emergência médica.
Chamando uma ambulância
Ligando de qualquer telefone mesmo de celular, o corpo de bombeiros saberá automaticamente onde você se encontra.
Informe se a chamada se trata de incêndio, emergência médica ou resgate e em seguida diga o sexo, a idade e os sintomas da pessoa. Confira o exemplo de diálogo abaixo:
Kochira wa 119 ban shooboosho desu. (Aqui é o número 119, Corpo de Bombeiros)
Kyuukyuusha onegai shimasu. (Por favor, preciso de uma ambulância)
Basho wa doko desu ka? (Onde aconteceu?)
Basho wa ... desu. (O local é o ...)
Anata no juusho, onamae, denwa bangoo wa? (Qual seu endereço, nome e telefone?)
Jusho wa ... desu. (Meu endereço é ...) Namae wa ... desu. (Meu nome é ...) Denwa bangou wa ... desu. (Meu número de telefone é ...)
Doo shimashita ka? (O que houve?)
Kega / kootsuu-jiko desu. (Ferimento / acidente de trânsito)
... ga itai desu / ishiki ga nai (... está doendo / está desmaiada)
Chame a ambulância somente nos casos em que realmente seja necessário. Nos últimos anos, o serviço de ambulância tem registrado casos de chamada em que a presença da ambulância não era necessária. O deslocamento da ambulância e de pessoal gera custos para os cofre públicos.
quinta-feira, 9 de dezembro de 2010
Guia de Saitama pode ser consultado pela internet
O Guia traz informações e dicas importantes para se viver na província“Guia para a Vida em Saitama” reune sistemas e informações úteis, que os estrangeiros residentes devem saber para viver em Saitama.
Ele traz informações sobre casos de emergência, como acidente ou incêndio, costumes do Japão, procedimento de Registro de Estrangeiro e dicas para a vida diária com temas de residência, assistência médica, pensão, educação, etc.
Além disso há dados sobre os centros de consultas e várias listas com endereços e telefones de repartições públicas.
Consulte o conteúdo do Guia aqui.
Fonte: IPC Digital
sábado, 4 de dezembro de 2010
Saiba o que fazer caso haja um terremoto
Medidas tomadas antes e segundos depois do terremoto podem salvar sua vida
No Japão, diariamente, acontecem vários terremotos e é preciso estar preparado para os tremores mais fortes. Nesses casos, o importante é manter a calma e seguir algumas instruções básicas.
Como forma de prevenção, tome as medidas a seguir: prenda armários ou móveis e objetos que possam cair sobre você e sua família; saiba onde fica o refúgio (hinanjo) mais perto de sua casa; marque previamente um local de encontro com a família caso haja um tremor, de preferência nos locais de refúgio; confira quanto tempo leva andando do seu local de trabalho ou escola até o refúgio; conheça outros atalhos ao refúgio caso o caminho principal esteja obstruído; use o número 171 para deixar recados para familiares e amigos; prepare e mantenha renovado o kit terremoto.
Veja algumas recomendações depois de ocorrido um tremor:
Nos primeiros segundos
Apague o fogo, desligue o gás e desconecte da tomada os aparelhos elétricos que estiver usando. Em algumas cidades já existe um mecanismo que impede que o gás vaze caso haja um terremoto. Se informe na companhia que fornece gás para sua residência.
Se proteja embaixo de uma mesa resistente. Se possível cubra a cabeça com uma almofada ou toalha.
Abra a porta para garantir a fuga.
Não saia correndo para a rua durante o terremoto. O melhor é procurar um lugar seguro dentro do próprio recinto.
Se estiver dirigindo, pare imediatamente junto à calçada e desligar o motor. Não pare no meio da rua. Quando sair do carro, deixe a chave na ignição.
Nos primeiros minutos
Em caso de incêndio, apague imediatamente as chamas utilizando o extintor e grite kaji (incêndio) para alertar os vizinhos. Verifique se está usando o extintor correto.
Tente colher o máximo de informações pela TV, rádio, celular ou internet.
Depois de três minutos
Vá para o refúgio mais próximo. Tenha sempre à mão o kit terremoto, que deve ser guardado próximo à porta de saída. Não tente retornar para casa sem antes saber se ela corre perigo de desabar.
Quem mora próximo à praia, deve ficar atento ao alerta de maremoto (tsunami). Nesse caso, buscar refúgio em um terreno elevado. Encostas de rios também oferecem perigo. Deixe o local o mais rápido possível.
Fique longe de muros e máquinas automáticas (didohanbike).
Evite encostas e montanhas. Pode ocorrer um desmoronamento ou deslizamento.
Não refugiar-se no automóvel.
Busque os filhos na escola ou entre em contato para saber que medidas ela está tomando. Em muitos locais a própria escola é o local de refúgio. Informe-se sobre isso.
Aguarde os familiares no local de refúgio por pelo menos 12 horas. Não deixe o local para procurar familiares. Comunique o desaparecimento à defesa civil no refúgio.
Fonte: IPC Digital
No Japão, diariamente, acontecem vários terremotos e é preciso estar preparado para os tremores mais fortes. Nesses casos, o importante é manter a calma e seguir algumas instruções básicas.
Como forma de prevenção, tome as medidas a seguir: prenda armários ou móveis e objetos que possam cair sobre você e sua família; saiba onde fica o refúgio (hinanjo) mais perto de sua casa; marque previamente um local de encontro com a família caso haja um tremor, de preferência nos locais de refúgio; confira quanto tempo leva andando do seu local de trabalho ou escola até o refúgio; conheça outros atalhos ao refúgio caso o caminho principal esteja obstruído; use o número 171 para deixar recados para familiares e amigos; prepare e mantenha renovado o kit terremoto.
Veja algumas recomendações depois de ocorrido um tremor:
Nos primeiros segundos
Apague o fogo, desligue o gás e desconecte da tomada os aparelhos elétricos que estiver usando. Em algumas cidades já existe um mecanismo que impede que o gás vaze caso haja um terremoto. Se informe na companhia que fornece gás para sua residência.
Se proteja embaixo de uma mesa resistente. Se possível cubra a cabeça com uma almofada ou toalha.
Abra a porta para garantir a fuga.
Não saia correndo para a rua durante o terremoto. O melhor é procurar um lugar seguro dentro do próprio recinto.
Se estiver dirigindo, pare imediatamente junto à calçada e desligar o motor. Não pare no meio da rua. Quando sair do carro, deixe a chave na ignição.
Nos primeiros minutos
Em caso de incêndio, apague imediatamente as chamas utilizando o extintor e grite kaji (incêndio) para alertar os vizinhos. Verifique se está usando o extintor correto.
Tente colher o máximo de informações pela TV, rádio, celular ou internet.
Depois de três minutos
Vá para o refúgio mais próximo. Tenha sempre à mão o kit terremoto, que deve ser guardado próximo à porta de saída. Não tente retornar para casa sem antes saber se ela corre perigo de desabar.
Quem mora próximo à praia, deve ficar atento ao alerta de maremoto (tsunami). Nesse caso, buscar refúgio em um terreno elevado. Encostas de rios também oferecem perigo. Deixe o local o mais rápido possível.
Fique longe de muros e máquinas automáticas (didohanbike).
Evite encostas e montanhas. Pode ocorrer um desmoronamento ou deslizamento.
Não refugiar-se no automóvel.
Busque os filhos na escola ou entre em contato para saber que medidas ela está tomando. Em muitos locais a própria escola é o local de refúgio. Informe-se sobre isso.
Aguarde os familiares no local de refúgio por pelo menos 12 horas. Não deixe o local para procurar familiares. Comunique o desaparecimento à defesa civil no refúgio.
Fonte: IPC Digital
sexta-feira, 22 de outubro de 2010
Tratamento médico no Japão e Seguro Saúde
(Tratamento Médico)
As instituições médicas no Japão são classificadas em: hospitais equipados para oferecer serviços de internação e exames; e clínicas com as quais a população mantém um contato mais frequente. Aconselha-se procurar as clínicas para consulta, e depois os hospitais para um atendimento mais especializado, caso seja necessário.
Quando há restrições no atendimento por motivos religiosos, devido à natureza alérgica, ou seja lá qual for o outro motivo, comunique na recepção ou aos enfermeiros com antecedência.
No Japão, existem de existirem instituições médicas que não atendem em outros idiomas além de japonês, para um paciente estrangeiro transmitir os sintomas corretamente, é aconselhável, na medida do possível, ir ao médico acompanhado de alguém que entendo e fale o idioma japonês. Os governos provinciais divulgam na internet as informações referentes às instituições médicas e os idiomas atendidos por elas.
As instituições médicas no Japão são classificadas em: hospitais equipados para oferecer serviços de internação e exames; e clínicas com as quais a população mantém um contato mais frequente. Aconselha-se procurar as clínicas para consulta, e depois os hospitais para um Leve a Carteira de Seguro de Saúde para ser atendido nos hospitais ou nas clínicas. Além disso, caso esteja tomando algum medicamento, é recomendável levá-lo também.
Todos os residentes no Japão, independentes de nacionalidade, devem se inscrever a um sistema público de seguro de saúde.
Há dois tipos básicos de seguro de saúde: o Seguro de Saúde (Kenko-hoken) voltado aos empregados em empresas, e o Seguro Nacional de Saúde (Kokumin-kenko-hoken), voltado para os trabalhadores autônomos, desempregados e outros.
Quem está associado ao seguro de saúde acima só paga 30% do valor das despesas médicas determinadas pela tabela única para todo o Japão, enquanto quem não está associado deve arcar com a totalidade dos custos.
Marcadores:
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Kokumin-kenko-hoken,
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Registro de Estrangeiro
Os brasileiros que desejarem permanecer por mais de 90 dias no Japão devem efetuar na prefeitura onde residem o registro de estrangeiro dentro de 90 dias desde a sua entrada no país (Osque pretemdem sair do País dentro de 90 dias não precisam tornar tal procedimento). Os bebês filhos de pais brasileiros nascidos no Japão – portanto de nacionalidade brasileira - (não possuem nacionalidade japonesa) também tambem precisam ser registrados dentro de 60 dias a contar da data de nascimento.
O registro é feito pela própria pessoa nas subprefeituras locais. Mas nos casos de menores de 16 anos ou de doença, em que a própria pessoa tem dificuldade, o procedimento pode ser feito pelo representante legal tal como um membro da fam ília com idade superior a 16 anos que resida com o menor. A carteira do registro de estrangeiro (gaijin toroku) vale como identidade. Os que têm mais de 16 anos devem sempre portar esta carteira.
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