Premiê japonês disse ainda que mesmo que declare, cidades não poderão parar
O primeiro-ministro japonês, Shinzo Abe, afirmou em um comitê de avaliação econômica da Câmara Alta do Japão, que o país não está em uma situação na qual seja necessário declarar estado de emergência.
O país registrou um recorde de novos casos de Covid-19 em um único dia na terça-feira (31), com mais de 200 confirmações da doença. O Japão totaliza 2.235 casos de infecções e 66 óbitos. Mais de 580 casos já foram confirmados em Tóquio.
“Acredito que não estamos em uma situação emergencial no momento. Queremos avaliar o problema considerando a vida e a saúde da população como prioridade”, ponderou Abe.
Segundo uma reportagem da emissora NHK, o governo japonês também reiterou que, mesmo que seja declarado estado de emergência no país, não será possível fechar as cidades, como aconteceu na França e em outros países mais afetados pelo vírus.
“Precisamos esclarecer que em um estado de emergência podemos tomar várias medidas restritivas, mas não podemos fazer o “lock down”, como ocorreu na França. Há um mal entendido com relação a isso”, esclareceu o primeiro-ministro, enfatizando a dificuldade de impor quarentena irrestrita para a população.
O representante do governo japonês também esclareceu que todas as possibilidades estão sendo consideradas, tendo em vista o pior cenário possível para a pandemia. Por causa das limitações do ponto de vista legal, o Japão também encontra dificuldades em forçar restrições mais severas.
“É uma situação difícil para o país, no qual nunca enfrentamos depois da Segunda Guerra Mundial”, explicou Abe. Na próxima semana, o governo japonês deve organizar as medidas econômicas emergenciais, visando manter empregos e amenizar os prejuízos que a pandemia vem causando na economia do país.
Fonte: Alternativa
OBJETIVO Para pessoas que pretendem começar a vida no Japão. Adquirindo-se de informações corretas será possível levar uma vida tranquila. Este blog resume as informações básicas necessárias para começar a vida no Japao. Favor usar a lista de checagem sobre o que se deve ser feito dentro de um mês e dentro de três meses apos a entrada no Japão. Desejamos que sua vida no Japão seja segura e confortável.
quarta-feira, 1 de abril de 2020
quarta-feira, 25 de março de 2020
A partir de abril é proibido fumar nos restaurantes e bares em todo Japão
A partir de 1.º de abril não será mais permitido fumar nos estabelecimentos como restaurantes, bares, café e outros
A Lei de Promoção da Saúde revisada será aplicada a partir de 1.º de abril, por isso os restaurantes, bares e cafés, além de casas de pachinko, terão que recolher os cinzeiros do ambiente interno, mesmo que gradualmente já tenha implementado.
Um das poucas exceções é para charutarias, onde obviamente os clientes poderão continuar fumando.
Os estabelecimentos podem ter uma sala para fumantes separada, mas a lei é clara em relação aos prédios das repartições públicas, escolas, hospitais e centros de proteção infantil, e claro, além dos transportes de público e turistas como navios e trens. Casas e cafés com ambientes pequenos onde não comporta uma sala especial para fumantes também fazem parte dessa exceção.
Fumantes são minoria
O percentual dos fumantes caiu para 17%, sendo que 12% fuma o cigarro comum e 5% usa o cigarro eletrônico, aquecido ou de vapor. A maioria deles é do sexo masculino. Em Tóquio e região metropolitana o índice chega a 18% enquanto em Tokai e Kansai cai para 14 e 16%, respectivamente.
Com essa regulamentação o governo quer aumentar o percentual de 45% para 84% de locais onde ainda existe o fumo passivo, para proteger os não fumantes.
Proibido fumar nas instalações fechadas
A regulamentação da lei é aplicável também aos escritórios e às indústrias ou outros tipos de comércio e serviços. Por isso, se a empresa onde trabalha tem área específica para fumar a recomendação é seguir a política interna dela.
Os fumantes de cigarro eletrônico ou aquecido também precisam prestar atenção se no ambiente tem um local específico para eles.
Para quem quer tomar um café ou uma outra bebida, alcoólica por exemplo, a JT-Japan Tobacco criou um mapa que mostra os locais permitidos.
Fonte: Portal Mie com BCN Retail, JT e Dime
A Lei de Promoção da Saúde revisada será aplicada a partir de 1.º de abril, por isso os restaurantes, bares e cafés, além de casas de pachinko, terão que recolher os cinzeiros do ambiente interno, mesmo que gradualmente já tenha implementado.
Um das poucas exceções é para charutarias, onde obviamente os clientes poderão continuar fumando.
Os estabelecimentos podem ter uma sala para fumantes separada, mas a lei é clara em relação aos prédios das repartições públicas, escolas, hospitais e centros de proteção infantil, e claro, além dos transportes de público e turistas como navios e trens. Casas e cafés com ambientes pequenos onde não comporta uma sala especial para fumantes também fazem parte dessa exceção.
Fumantes são minoria
O percentual dos fumantes caiu para 17%, sendo que 12% fuma o cigarro comum e 5% usa o cigarro eletrônico, aquecido ou de vapor. A maioria deles é do sexo masculino. Em Tóquio e região metropolitana o índice chega a 18% enquanto em Tokai e Kansai cai para 14 e 16%, respectivamente.
Com essa regulamentação o governo quer aumentar o percentual de 45% para 84% de locais onde ainda existe o fumo passivo, para proteger os não fumantes.
Proibido fumar nas instalações fechadas
A regulamentação da lei é aplicável também aos escritórios e às indústrias ou outros tipos de comércio e serviços. Por isso, se a empresa onde trabalha tem área específica para fumar a recomendação é seguir a política interna dela.
Os fumantes de cigarro eletrônico ou aquecido também precisam prestar atenção se no ambiente tem um local específico para eles.
Para quem quer tomar um café ou uma outra bebida, alcoólica por exemplo, a JT-Japan Tobacco criou um mapa que mostra os locais permitidos.
Fonte: Portal Mie com BCN Retail, JT e Dime
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quinta-feira, 19 de março de 2020
Japão pede a empresas de celular, luz e gás medida que permite adiar pagamento de contas
O benefício valeria para famílias que tiveram a renda reduzida devido ao surto de coronavírus
O ministro da Economia, Comércio e Indústria do Japão, Hiroshi Kajiyama, pediu às empresas de luz e gás medidas que permitam adiar o pagamento de contas, informou a emissora NHK nesta quinta-feira (19).
O mesmo pedido foi feito pelo governo às operadoras de telefone celular.
As medidas valeriam para famílias com dificuldades financeiras que tiveram a renda reduzida devido ao surto de coronavírus, com possibilidade de adiar sucessivamente o pagamento das contas por um mês.
Como se trata de um pedido, e não de uma determinação, cabe às operadoras de celular e às empresas que fornecem luz e gás decidir se os procedimentos serão adotados.
A operadora de celular NTT Docomo já reagiu ao pedido do governo, adiando para maio o pagamento das contas com vencimento a partir de fevereiro.
O primeiro-ministro Shinzo Abe também deve anunciar outras providências para aliviar famílias afetadas pelo novo vírus. O governo está estudando, inclusive, uma ajuda em dinheiro para todas as pessoas.
O valor seria superior aos ¥12 mil que o Japão deu à população em 2009, no auge da crise econômica mundial.
Fonte: Alternativa
O ministro da Economia, Comércio e Indústria do Japão, Hiroshi Kajiyama, pediu às empresas de luz e gás medidas que permitam adiar o pagamento de contas, informou a emissora NHK nesta quinta-feira (19).
O mesmo pedido foi feito pelo governo às operadoras de telefone celular.
As medidas valeriam para famílias com dificuldades financeiras que tiveram a renda reduzida devido ao surto de coronavírus, com possibilidade de adiar sucessivamente o pagamento das contas por um mês.
Como se trata de um pedido, e não de uma determinação, cabe às operadoras de celular e às empresas que fornecem luz e gás decidir se os procedimentos serão adotados.
A operadora de celular NTT Docomo já reagiu ao pedido do governo, adiando para maio o pagamento das contas com vencimento a partir de fevereiro.
O primeiro-ministro Shinzo Abe também deve anunciar outras providências para aliviar famílias afetadas pelo novo vírus. O governo está estudando, inclusive, uma ajuda em dinheiro para todas as pessoas.
O valor seria superior aos ¥12 mil que o Japão deu à população em 2009, no auge da crise econômica mundial.
Fonte: Alternativa
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quarta-feira, 11 de março de 2020
Pacote aprovado pelo Japão contra coronavírus chega a ¥430 bilhões
O governo utilizará o restante da reserva orçamentária deste ano fiscal
O Japão divulgou na terça-feira um segundo pacote de medidas no valor de 4 bilhões de dólares em gastos para lidar com as consequências do surto de coronavírus, com foco no apoio a pequenas e médias empresas, à medida que aumentam as preocupações com os riscos para a economia já frágil.
O pacote, totalizando 430,8 bilhões de ienes (4,1 bilhões de dólares) em gastos, mostra quanta pressão as autoridades estão enfrentando para reforçar o crescimento frágil e conter o risco de falências corporativas, já que cancelamentos de eventos e uma queda no turismo ameaçam atingir a economia em geral.
Para ajudar a financiar o pacote, o governo utilizará o restante da reserva orçamentária deste ano fiscal, de cerca de 270 bilhões de ienes, disse o primeiro-ministro Shinzo Abe.
A medida provavelmente afetará o que o Banco do Japão decidirá em sua revisão de política monetária de 18 e 19 de março.
O banco central tentará garantir que as empresas afetadas pelo surto do vírus não enfrentem um aperto financeiro antes do final do atual ano fiscal de março, informou a Reuters.
O ministro das Finanças do Japão, Taro Aso, disse na terça-feira que ainda não há necessidade de um orçamento extra maior, acrescentando que as consequências do surto até agora não atingiram a escala da crise financeira de 2009.
“Precisamos verificar a situação atual”, disse Aso a repórteres após uma reunião do gabinete, acrescentando que “não há como dizer” se o governo precisa de um orçamento extra.
Financiamento especial para empresas
O Japão aumentará o financiamento especial para empresas pequenas e médias afetadas pelo coronavírus, de acordo com um documento do governo visto pela Reuters.
O governo usará instituições financeiras públicas, como a Corporação Financeira do Japão e o Banco de Desenvolvimento do Japão, para providenciar o financiamento, segundo o documento.
A medida chega no momento em que o surto crescente de coronavírus abala a economia japonesa, já à beira da recessão. Na semana passada, o ministro das Finanças exortou instituições financeiras públicas e particulares a acelerarem os esforços que visam um financiamento corporativo eficiente.
O número de casos de coronavírus no Japão passou de 1.200, incluindo passageiros e tripulantes de um navio de cruzeiro, e já matou 19 pessoas, enquanto a nação se prepara para sediar a Olimpíada de Tóquio em julho e agosto.
Como parte das medidas, cerca de 500 bilhões de ienes serão contingenciados para pequenas empresas, incluindo aquelas cujas vendas foram prejudicadas pelo surto — valor adicional aos 500 bilhões de ienes já anunciados.
Entre as outras medidas estão cerca de 200 bilhões de ienes de financiamento do Banco de Desenvolvimento do Japão e do Banco Shoko Chukin para as empresas, incluindo as maiores, como reação à crise, de acordo com o documento.
Fonte: Alternativa com Reuters
O Japão divulgou na terça-feira um segundo pacote de medidas no valor de 4 bilhões de dólares em gastos para lidar com as consequências do surto de coronavírus, com foco no apoio a pequenas e médias empresas, à medida que aumentam as preocupações com os riscos para a economia já frágil.
O pacote, totalizando 430,8 bilhões de ienes (4,1 bilhões de dólares) em gastos, mostra quanta pressão as autoridades estão enfrentando para reforçar o crescimento frágil e conter o risco de falências corporativas, já que cancelamentos de eventos e uma queda no turismo ameaçam atingir a economia em geral.
Para ajudar a financiar o pacote, o governo utilizará o restante da reserva orçamentária deste ano fiscal, de cerca de 270 bilhões de ienes, disse o primeiro-ministro Shinzo Abe.
A medida provavelmente afetará o que o Banco do Japão decidirá em sua revisão de política monetária de 18 e 19 de março.
O banco central tentará garantir que as empresas afetadas pelo surto do vírus não enfrentem um aperto financeiro antes do final do atual ano fiscal de março, informou a Reuters.
O ministro das Finanças do Japão, Taro Aso, disse na terça-feira que ainda não há necessidade de um orçamento extra maior, acrescentando que as consequências do surto até agora não atingiram a escala da crise financeira de 2009.
“Precisamos verificar a situação atual”, disse Aso a repórteres após uma reunião do gabinete, acrescentando que “não há como dizer” se o governo precisa de um orçamento extra.
Financiamento especial para empresas
O Japão aumentará o financiamento especial para empresas pequenas e médias afetadas pelo coronavírus, de acordo com um documento do governo visto pela Reuters.
O governo usará instituições financeiras públicas, como a Corporação Financeira do Japão e o Banco de Desenvolvimento do Japão, para providenciar o financiamento, segundo o documento.
A medida chega no momento em que o surto crescente de coronavírus abala a economia japonesa, já à beira da recessão. Na semana passada, o ministro das Finanças exortou instituições financeiras públicas e particulares a acelerarem os esforços que visam um financiamento corporativo eficiente.
O número de casos de coronavírus no Japão passou de 1.200, incluindo passageiros e tripulantes de um navio de cruzeiro, e já matou 19 pessoas, enquanto a nação se prepara para sediar a Olimpíada de Tóquio em julho e agosto.
Como parte das medidas, cerca de 500 bilhões de ienes serão contingenciados para pequenas empresas, incluindo aquelas cujas vendas foram prejudicadas pelo surto — valor adicional aos 500 bilhões de ienes já anunciados.
Entre as outras medidas estão cerca de 200 bilhões de ienes de financiamento do Banco de Desenvolvimento do Japão e do Banco Shoko Chukin para as empresas, incluindo as maiores, como reação à crise, de acordo com o documento.
Fonte: Alternativa com Reuters
quarta-feira, 4 de março de 2020
Aichi lança linha de crédito para pequenas e médias empresas por causa do coronavírus
Com os prejuízos amargados pelas pequenas e médias empresas por causa do Covid-19 o governo da província de Aichi lança linha de crédito sem caução
O governador de Aichi, Hideaki Omura, anunciou na quarta-feira (4) uma política para estabelecer um sistema de empréstimo para as PME-pequenas e médias empresas que tiveram suas vendas diminuídas devido aos efeitos do novo coronavírus.
O governador Omura disse: “criaremos um fundo de emergência para responder à crescente necessidade de capital de giro urgente devido à deterioração do fluxo de caixa”. Ele afirmou que criaria um sistema de empréstimo sem caução, no total de 200 bilhões de ienes para essa nova linha de crédito.
Para as PMEs que tiveram o faturamento reduzido desde o mês anterior, comparada ao mesmo período do ano anterior e de 2018, comprovadamente, podem se candidatar a esse empréstimo. Poderão receber um empréstimo de até 50 milhões de ienes.
O governador pretende suplementar no orçamento aprovado em 4 de fevereiro para aceitar empréstimos a partir de 9 de março até o final de agosto.
Fonte: Portal Mie com CBC TV
O governador de Aichi, Hideaki Omura, anunciou na quarta-feira (4) uma política para estabelecer um sistema de empréstimo para as PME-pequenas e médias empresas que tiveram suas vendas diminuídas devido aos efeitos do novo coronavírus.
O governador Omura disse: “criaremos um fundo de emergência para responder à crescente necessidade de capital de giro urgente devido à deterioração do fluxo de caixa”. Ele afirmou que criaria um sistema de empréstimo sem caução, no total de 200 bilhões de ienes para essa nova linha de crédito.
Para as PMEs que tiveram o faturamento reduzido desde o mês anterior, comparada ao mesmo período do ano anterior e de 2018, comprovadamente, podem se candidatar a esse empréstimo. Poderão receber um empréstimo de até 50 milhões de ienes.
O governador pretende suplementar no orçamento aprovado em 4 de fevereiro para aceitar empréstimos a partir de 9 de março até o final de agosto.
Fonte: Portal Mie com CBC TV
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quinta-feira, 27 de fevereiro de 2020
Abe pede fechamento temporário de todas as escolas do Japão
A medida começa em 2 de março até as férias de primavera, quando termina o ano letivo
O primeiro-ministro Shinzo Abe pediu o fechamento temporário de todas as escolas do Japão como forma de prevenir a propagação do coronavírus, informou a emissora NHK nesta quinta-feira (27).
Abe falou de sua intenção durante uma reunião sobre medidas de combate ao novo vírus, que já matou oito pessoas no Japão e infectou cerca de 200, incluindo crianças, sem contar 705 passageiros e tripulantes do navio de cruzeiro Diamond Princess.
A medida abrangeria todas as escolas do primário (shougakkou), ginasial (chuugakkou) e colegial (koukou), a partir de 2 de março até as férias de primavera, quando termina o ano letivo.
As creches (hoikuen) e os jardins de infância (youchien) não serão incluídos na medida, segundo o Ministério da Educação.
A província de Hokkaido e as cidades de Osaka e Ichikawa (Chiba) já tinham tomado a decisão de suspender as aulas antes mesmo de qualquer medida do governo central.
"A saúde e a segurança das crianças devem estar acima de tudo. Elas e os professores ficam muito tempo juntos na sala de aula, aumentando o risco de contágio", disse Abe.
O governo vai orientar as escolas para que as cerimônias de formatura e outros eventos programados tenham medidas de prevenção ou sejam realizados com o menor número de pessoas possível, além de pedir aos alunos para evitar sair de casa.
Abe também vai solicitar às empresas que sejam compreensíveis com funcionários que precisarem faltar no trabalho para cuidar de filhos pequenos.
Segundo o governo, as próximas duas semanas serão cruciais para evitar a propagação do coronavírus. Na quarta-feira (26), Abe pediu o cancelamento ou o adiamento de eventos esportivos e culturais, levando a mudanças na programação de jogos de futebol e shows de grandes artistas.
O primeiro-ministro instruiu o governo a "preparar a legislação necessária para conter o vírus e minimizar o impacto na vida das pessoas e na economia".
Fonte: Alternativa
O primeiro-ministro Shinzo Abe pediu o fechamento temporário de todas as escolas do Japão como forma de prevenir a propagação do coronavírus, informou a emissora NHK nesta quinta-feira (27).
Abe falou de sua intenção durante uma reunião sobre medidas de combate ao novo vírus, que já matou oito pessoas no Japão e infectou cerca de 200, incluindo crianças, sem contar 705 passageiros e tripulantes do navio de cruzeiro Diamond Princess.
A medida abrangeria todas as escolas do primário (shougakkou), ginasial (chuugakkou) e colegial (koukou), a partir de 2 de março até as férias de primavera, quando termina o ano letivo.
As creches (hoikuen) e os jardins de infância (youchien) não serão incluídos na medida, segundo o Ministério da Educação.
A província de Hokkaido e as cidades de Osaka e Ichikawa (Chiba) já tinham tomado a decisão de suspender as aulas antes mesmo de qualquer medida do governo central.
"A saúde e a segurança das crianças devem estar acima de tudo. Elas e os professores ficam muito tempo juntos na sala de aula, aumentando o risco de contágio", disse Abe.
O governo vai orientar as escolas para que as cerimônias de formatura e outros eventos programados tenham medidas de prevenção ou sejam realizados com o menor número de pessoas possível, além de pedir aos alunos para evitar sair de casa.
Abe também vai solicitar às empresas que sejam compreensíveis com funcionários que precisarem faltar no trabalho para cuidar de filhos pequenos.
Segundo o governo, as próximas duas semanas serão cruciais para evitar a propagação do coronavírus. Na quarta-feira (26), Abe pediu o cancelamento ou o adiamento de eventos esportivos e culturais, levando a mudanças na programação de jogos de futebol e shows de grandes artistas.
O primeiro-ministro instruiu o governo a "preparar a legislação necessária para conter o vírus e minimizar o impacto na vida das pessoas e na economia".
Fonte: Alternativa
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segunda-feira, 17 de fevereiro de 2020
Período para declaração do imposto de renda
Para quem precisa declarar o imposto de renda deve ficar atento ao período e fazer o procedimento na agência, pelo computador ou smartphone com sistema Android
A declaração de imposto de renda do segundo ano da era Reiwa começa na segunda-feira (17) e segue até 16 de março.
Em meio aos constantes anúncios de novos infectados pelo Covid-19 as pessoas querem evitar de ir em locais aglomerados, como em uma das agências tributárias do país.
Para facilitar pode fazer a declaração usando o My Number através do e-Tax do smartphone, disponível para usuários do sistema operacional Android.
Todos os assalariados, profissionais e trabalhadores autônomos, quem fez algum bico que ultrapassou 200 mil ienes no ano, agricultores e quem financiou casa própria devem fazer a declaração.
Aqueles que solicitaram declaração de danos na propriedade agrícola ou do imóvel pela passagem do tufão 19 em outubro passado terão dedução no imposto, para residentes em Tóquio e mais 13 províncias.
Fonte: Portal Mie com Yahoo!, Sankei, ANN e divulgação
A declaração de imposto de renda do segundo ano da era Reiwa começa na segunda-feira (17) e segue até 16 de março.
Em meio aos constantes anúncios de novos infectados pelo Covid-19 as pessoas querem evitar de ir em locais aglomerados, como em uma das agências tributárias do país.
Para facilitar pode fazer a declaração usando o My Number através do e-Tax do smartphone, disponível para usuários do sistema operacional Android.
Todos os assalariados, profissionais e trabalhadores autônomos, quem fez algum bico que ultrapassou 200 mil ienes no ano, agricultores e quem financiou casa própria devem fazer a declaração.
Aqueles que solicitaram declaração de danos na propriedade agrícola ou do imóvel pela passagem do tufão 19 em outubro passado terão dedução no imposto, para residentes em Tóquio e mais 13 províncias.
Fonte: Portal Mie com Yahoo!, Sankei, ANN e divulgação
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segunda-feira, 3 de fevereiro de 2020
Hamamatsu: orientações para crianças estrangeiras antes do ingresso no primário
Para que os pequenos estrangeiros possam ter mais alegria na escola primária uma iniciativa está ajudando pais e crianças antes do ano letivo
O Conselho de Educação de Hamamatsu (Shizuoka) iniciou uma atividade pré-escolar diferente no Centro Geral Kami Park (Kami Koen Sogo Center), situado em Minami-ku, no sábado (1.º).
O público alvo dessa iniciativa foi crianças e pais estrangeiros que planejam matricular seus filhos em uma escola primária da cidade, que necessitam de apoio em japonês.
Foram programadas 8 sessões até 21 de março, com o objetivo de ajudar pais e filhos a adquirir regras e idioma japonês básicos, bem como a capacidade de agir em japonês.
Essa iniciativa escolar é operada pela ONG Grupo de Estudos sobre Cultura e Língua Japonesa de Hamamatsu.
Experientes em educação infantil e professores qualificados ensinam os pequenos estrangeiros a ler e escrever hiragana e contar números usando materiais de ensino japoneses e artesanais. Os pais também são ensinados sobre os costumes da escola primária.
Na primeira vez, 16 crianças de 9 nacionalidades, como do Brasil e Vietnã, participaram e aprenderam a chamar partes do corpo e a segurar corretamente um lápis.
De acordo com a Secretaria Municipal de Educação, são 272 crianças estrangeiras que atingem a idade escolar em abril na cidade e quase 90% delas querem ingressar nas escolas primárias da cidade.
“Quero que as crianças sintam que a escola é um lugar divertido. E se os pais tiverem dúvidas, gostaria de saná-las”, disse Hironori Ishikawa, chefe do Centro de Apoio Educacional da Prefeitura.
Fonte: Portal Mie com Shizuoka Shimbun
O Conselho de Educação de Hamamatsu (Shizuoka) iniciou uma atividade pré-escolar diferente no Centro Geral Kami Park (Kami Koen Sogo Center), situado em Minami-ku, no sábado (1.º).
O público alvo dessa iniciativa foi crianças e pais estrangeiros que planejam matricular seus filhos em uma escola primária da cidade, que necessitam de apoio em japonês.
Foram programadas 8 sessões até 21 de março, com o objetivo de ajudar pais e filhos a adquirir regras e idioma japonês básicos, bem como a capacidade de agir em japonês.
Essa iniciativa escolar é operada pela ONG Grupo de Estudos sobre Cultura e Língua Japonesa de Hamamatsu.
Experientes em educação infantil e professores qualificados ensinam os pequenos estrangeiros a ler e escrever hiragana e contar números usando materiais de ensino japoneses e artesanais. Os pais também são ensinados sobre os costumes da escola primária.
Na primeira vez, 16 crianças de 9 nacionalidades, como do Brasil e Vietnã, participaram e aprenderam a chamar partes do corpo e a segurar corretamente um lápis.
De acordo com a Secretaria Municipal de Educação, são 272 crianças estrangeiras que atingem a idade escolar em abril na cidade e quase 90% delas querem ingressar nas escolas primárias da cidade.
“Quero que as crianças sintam que a escola é um lugar divertido. E se os pais tiverem dúvidas, gostaria de saná-las”, disse Hironori Ishikawa, chefe do Centro de Apoio Educacional da Prefeitura.
Fonte: Portal Mie com Shizuoka Shimbun
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